Filtração Industrial em Indústrias Alimentícias: O que a Vigilância Sanitária Exige

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A indústria alimentícia opera sob um dos regimes regulatórios mais rigorosos do setor produtivo brasileiro. As exigências da ANVISA, do Ministério da Agricultura (MAPA) e das normas de Boas Práticas de Fabricação (BPF) impõem requisitos claros sobre a qualidade dos fluidos utilizados em processos produtivos — e a filtração industrial é um dos pilares fundamentais para o atendimento dessas exigências.

Por que a filtração é crítica em processos alimentícios?

Em uma indústria de alimentos, os fluidos industriais entram em contato direto ou indireto com o produto. Os principais riscos de uma filtração inadequada incluem:

  • Contaminação microbiológica: partículas orgânicas e biofilmes servem de substrato para proliferação de bactérias e fungos
  • Contaminação física: partículas sólidas (carepa, ferrugem, sedimentos) contaminam o produto final
  • Contaminação química: resíduos de processo, produtos de corrosão e compostos orgânicos alteram sabor, odor e segurança
  • Reprovação em auditorias com risco de interdição e recall de produtos

O que a legislação exige?

A RDC 216/2004 da ANVISA e as normas complementares do setor estabelecem que a água utilizada em processos deve ser potável e que todos os fluidos em contato com alimentos devem ser controlados quanto à contaminação. Na prática, a empresa precisa demonstrar que possui sistemas de filtração e tratamento de água eficientes e com manutenção documentada.

Quais filtros são aceitos em indústrias alimentícias?

Material de construção: carcaças em aço inox 304 ou 316L — resistência à corrosão e compatibilidade com produtos de limpeza CIP.

Conexões sanitárias: SMS ou Tri-Clamp — permitem desmontagem completa para inspeção e higienização.

Elementos filtrantes: polipropileno grau alimentício, isentos de aglutinantes, colas ou surfactantes.

Grau de filtração: de 25 a 100 microns na pré-filtração até 1 a 5 microns no polimento final.

Filtração de utilidades em indústrias alimentícias

  • Água de processo e limpeza: remoção de sedimentos, cloro e odores (carvão ativado)
  • Água para vapor: proteção de caldeiras contra incrustações
  • Ar comprimido: remoção de partículas, umidade e óleo
  • Fluidos de resfriamento: proteção de trocadores de calor

Auditoria e rastreabilidade

Além da instalação correta, a indústria alimentícia precisa manter registros de troca de elementos filtrantes e cronograma de manutenção preventiva. Sistemas bem documentados são diferenciais em auditorias ISO 22000, BRC e FSSC 22000.

A Wetafilter oferece carcaças em aço inox 304 e 316L com conexões SMS e Tri-Clamp, elementos filtrantes em polipropileno sem aditivos e suporte técnico para especificação do sistema completo. Atenda às exigências da vigilância sanitária: acesse www.wetafilter.com.br.

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